É minha a culpa pela das explosão de irados sentimentos me desespero com os gritos de minha voz sem mais som; Vou ao êxtase tresloucado com o eco fluido pelas pedras geladas da senzala...
Pelo vento frio da floresta. costumes antigos que eram seguidos desde sempre se sou obediente suas mãos me traz caricias e eu ousar me traz ardores...
Então me perguntei que poesia escrever ? como sempre agradar? Se me calo, meu logo me enquadra e a palmatória explodem com as palavras e refresca em corpo dolorido a sucumbir o auge do silêncio.

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