Sem receios te declarei
No anseio do meu devaneio
Restabelecer.
Esse meu sentimento contido
E imaculado
Que jaz condenado viver.
Sem querer a decepção de um adeus,
Ensaiei calmamente o meu texto
De declaração.
E postado à janela da sua mansão,
Afinei os acordes da minha canção.
Meu violão entoava a melodia.
A serenata ao longe se ouvia.
A esperança em mim ressurgia,
A janela aos poucos se abria
Era o meu novo eu ao sabor do luar,
Que reaparecia e da sacada sorria.
Era o amor novamente a sonhar
Com encanto e magia.
Mas, para minha agonia,
Nada disso se deu,
Acordei era um sonho,
Não aconteceu.Amanheceu,
Já é dia.
No anseio do meu devaneio
Restabelecer.
Esse meu sentimento contido
E imaculado
Que jaz condenado viver.
Sem querer a decepção de um adeus,
Ensaiei calmamente o meu texto
De declaração.
E postado à janela da sua mansão,
Afinei os acordes da minha canção.
Meu violão entoava a melodia.
A serenata ao longe se ouvia.
A esperança em mim ressurgia,
A janela aos poucos se abria
Era o meu novo eu ao sabor do luar,
Que reaparecia e da sacada sorria.
Era o amor novamente a sonhar
Com encanto e magia.
Mas, para minha agonia,
Nada disso se deu,
Acordei era um sonho,
Não aconteceu.Amanheceu,
Já é dia.

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