Assim a escrava mesmo sendo Hard estará completa em seus desejos, e não terá necessidade de cometer erros, a ser saciados com meios de castigos.
Masoquistas não comentem erros buscando um castigo, não é o mesmo deleite prazeroso de um açoite.
A dor agrada ao mestre e ele a inflige onde mais vai doer, uma masoquista jamais vai ser castigada com simples 40 chibatada no Dorso “Pois será o puro deleite a seu prazer”.
Restringindo a dor o Mestre impõem a representação do erro, o Mestre somente submeter à escrava as dores em represaria ao erro, a escrava sendo masoquista, é um estimulo a sua “mau criação” de menina levada.
Castigos são atos que não da prazer, sendo escravas, submissas, masoquistas sente vergonha ao entender que cometeu um erro e decepcionou a quem lhe é entregue, viver o castigo é como viver um descontentamento. Castigo pode ser visto para muitos como menos intenso que a tortura, mais visando o psicológico, dói mais que uma surra de ralador em que se tira o sangue, o olhar de desagrado do Mestre.
As diferenças do momento da tortura e do momento do castigo ficam nítidas dentro dos sentimentos de uma escrava mesmo ela sendo masoquista, a dor do castigo é bem mais forte e deixa muito mais marcas que uma tortura é um efeito mais doloroso.
Uma palavra de reprovação, em que o Mestre demonstre seu descontentamento pode ser para a submissa um castigo que pode deixar mais marcas que as dores físicas que deixa a pele em carne viva, fere seu orgulho de escrava “fere sua perfeição” de submissa.

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