Nas cordas sem correntes
as portas abertas
Sinto o sopro do vento
Levando-me em sua direção
Abro os braços
Com o olhar baixo
Entrego-me a suas palavras
Estou em sua guia
Desfruto de sua maldade
Entrego-me as suas vontades
No barulho de seu chicote
O canto de minha liberdade
No meu corpo fica gravado
Com a intensidade de sua força
Nos gritos de gemidos
O meu canto de liberdade.
as portas abertas
Sinto o sopro do vento
Levando-me em sua direção
Abro os braços
Com o olhar baixo
Entrego-me a suas palavras
Estou em sua guia
Desfruto de sua maldade
Entrego-me as suas vontades
No barulho de seu chicote
O canto de minha liberdade
No meu corpo fica gravado
Com a intensidade de sua força
Nos gritos de gemidos
O meu canto de liberdade.

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